Revisão da Categoria : Cultura

Postado pela Revista Baiana de Notícias /// RBN FM 93,5MHz

 

Centenas de pessoas participam na tarde desta quarta-feira (21) de uma missa em homenagem ao ator Domingos Montagner, na prainha do município de Canindé de São Francisco (SE), próximo ao local onde ele morreu arrastado pelas correntezas do Rio São Francisco na última quinta-feira (15).

O ato conta com a participação de fãs, vaqueiros, pescadores, artistas circenses e de teatro, que desde o final da manhã realizam manifestações culturais no local para destacar o trabalho do ator nas novelas Cordel Encantado e Velho Chico, ambas gravadas na região.

Durante as apresentações artistas vestidos de cangaceiros dançaram ao som do xaxado, ritmo nordestido que Domingos aprendeu a dançar na comunidade. “Domingos não merece choro. Ele merece toda a alegria que ele representava no palco”, disse o ator Fabio Moura.

Missa em homenagem ao ator Domingos Montagner é realizada na prainha de Canindé (Foto: Erika Patrícia Fernandes Salgado Gomes )Missa em homenagem ao ator Domingos Montagner é realizada na prainha de Canindé (Foto: Erika Patrícia Fernandes Salgado Gomes )
População ribeirinha se prepara para homenagem ao ator Domingos Montagner (Foto: Fernando Petrônio/TV Sergipe)População ribeirinha se prepara para homenagem ao ator Domingos Montagner (Foto: Fernando Petrônio/TV Sergipe)

 

DOMINGOS MONTAGNER
Ator de ‘Velho Chico’ morreu aos 54 anos

“Domingos sempre será lembrado pelo nosso povo porque se tornou um de nós. Ele interpretou dois papeis emblemáticos da nossa região, o cangaceiro na novela Cordel Encantado e o vaqueiro em Velho Chico. Além de talentoso, tinha um carisma e simplicidade admiráveis”, explicou o turismólogo Genilson Aragão, um dos organizadores do evento.

Segurança no local
A Prefeitura de Canindé do São Francisco (SE) sinalizou a prainha com placas avisando sobre o perigo da correnteza e boias foram colocadas no rio, salva-vidas também estavam na região.

Segundo o prefeito do município, Heleno Silva, a iniciativa faz parte de um projeto de segurança. “Nós aceleramos a sinalização para esse evento que acontece hoje”, afirma o prefeito.

Como foi o acidente
O ator gravou cenas da novela Velho Chico na parte da manhã de quinta. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio, acompanhado da atriz Camila Pitanga. Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila avisou a produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.

Camila Pitanga, que estava com o ator quando ele foi arrastado pela correnteza, descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio. Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Montagner. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou.

Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local mais tranquilo. “Eles acharam que era seguro, mas, na verdade, era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, afirmou.

Mais de 50 pessoas do Corpo de Bombeiros, polícias Civil e Militar, Grupamento Tático Aéreo (GTA), composta por um helicóptero e um avião bimotor, além de uma equipe de mergulhadores, participaram das buscas pelo ator.

As equipes de buscas localizaram o corpo do ator preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, da prainha de Canindé de São Francisco – que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas, onde foi visto pela última vez.

Grupo teatral se apresenta na orla da prainha de Canindé do São Francisco (Foto: Priscilla Bitencourt/TV Sergipe)Grupo teatral se apresenta na orla da prainha de Canindé do São Francisco (Foto: Priscilla Bitencourt/TV Sergipe)
Artistas de circo se preparam para homenagem (Foto: Fernando Petrônio/TV Sergipe)Artistas de circo se preparam para homenagem (Foto: Fernando Petrônio/TV Sergipe)
Grupo de cangaceiros também participa da homenagem ao ator (Foto: Fernando Petrônio/TV Sergipe)Grupo de cangaceiros também participa da homenagem ao ator (Foto: Fernando Petrônio/TV Sergipe)
Sinalização foi instalada na prainha de Canindé do São Francisco (Foto: Carla Suzanne/TV Sergipe)Sinalização foi instalada na prainha de Canindé do São Francisco (Foto: Carla Suzanne/TV Sergipe)
Mapa Prainha de Canindé de São Francisco (Foto: G1)
Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela 'Velho Chico' (Foto: Caiuá Franco/TV Globo)Domingos Montagner e Camila Pitanga como os personagem Santo e Tereza, durante gravações da novela ‘Velho Chico’ (Foto: Caiuá Franco/TV Globo)

 

Perfil
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em 13 programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes. Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encantado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012), seu primeiro protagonista.

Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e o João Miguel de “Sete Vidas (2015). Montagner contou, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.

Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.

O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.

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Ator de “Velho Chico” Marcelo Serrado volta ao Raso do Povoado Juá para gravar cena final de seu personagem

Por W L da Revista Baiana de Notícias///Portal de Notícias da RBN

No último domingo, 18, o ator Marcelo Serrado, juntamente com a equipe da novela “Velho Chico” da TV Globo, retornaram a região de Paulo Afonso, mais precisamente no Raso da Catarina, próximo ao Povoado Juá, onde realizaram mais um desfecho da trama. A cena foi gravada onde tudo começou, o Deputado Carlos Eduardo (Marcelo Serrado), gravou a cena de sua morte na caatinga, já em sua passagem pelo Povoado Juá, foi abraçado pelo fãs que aproveitaram a oportunidade e tiraram fotos com o global.

A equipe de “Velho Chico” recebeu no sábado (17) a nova versão do último capítulo da novela, que termina no próximo dia 30. Os autores fizeram algumas mudanças por causa da morte de Domingos Montagner, que interpreta o Santo.

No desfecho, Carlos Eduardo (Marcelo Serrado) é pego de surpresa por Afrânio (Antônio Fagundes), que revela ao Ministério Público um esquema de fraudes em licitações e desvios de recursos públicos por todo o São Francisco chamado Gaiola Encantado. A denúncia deixa os políticos da região desesperados.

Com a notícia, o vilão decide fugir pela caatinga com a maior quantidade de dinheiro possível. Durante o percurso, no entanto, a gasolina do carro do deputado acaba e ele se arrasta pelo local. Sem água e comida, Carlos grita e joga toda a fortuna para o alto: “Pago o que for!”. O ex-marido de Tereza (Camila Pitanga) acaba morrendo no local e tem seu corpo devorado pelos urubus.

 

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Equipe voltam a região de Paulo Afonso para gravar desfechos de ‘Velho Chico’

 

Por W L da Revista Baiana de Notícias///Portal de Notícias da RBN

No início, no meio e no fim: assim foi representado o Nordeste em Velho Chico. Em janeiro deste ano começou a saga. Meses antes de a novela ir ao ar, equipe, elenco e direção da obra de Benedito Ruy Barbosa já respiravam o rio São Francisco. Por mais de 60 dias, viveram o sertão, ali, na terra, nas águas e no encontro sensível com as pessoas. A volta ao Nordeste durante a novela se deu graças à criação de um modelo novo de produção e engenharia da TV Globo, envolvendo tecnologia de ponta. E, agora, o diretor artístico Luiz Fernando Carvalho retorna ao Velho Chico para terminar de contar a história a um mês de seu final.

“Estamos indo para Alagoas e para o Ceará gravar os desfechos de alguns personagens. Teremos Encarnação (Selma Egrei) nas margens do rio São Francisco, em Piranhas (AL), e Afrânio (Antônio) nas dunas de Canoa Quebrada (CE)”, detalha o diretor artístico. Para ele, o retorno às raízes do Brasil é essencial para completar o desenho artístico que desenvolveu para a novela. “Neste final, voltamos a este território com cenas mais dramáticas. Voltamos para escancarar ainda mais a janela da brasilidade que abrimos, para agradecer às águas do São Francisco e, deste modo, lutar ainda mais pela sua sobrevivência”, explica Luiz Fernando Carvalho.

Ainda segundo o diretor artístico, estes locais trazem realidade à obra que ele e sua equipe se propuseram a produzir. “Estas terras foram também personagens da história, emoldurando os nossos personagens em um contexto de brasilidade, beleza, mas também de dramaticidade. As amplidões do sertão e sua cultura, o rio que vai secando abandonado, a sensualidade das águas, tudo sempre foi pensado para que a narrativa da novela se desenvolvesse no Brasil real, revelando sua poesia, sua gente, mas também seu abandono e sua enorme força de esperança e renascimento”, contextualiza.

Ainda durante a semana, Luiz Fernando Carvalho volta aos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, para dar prosseguimento às demais gravações. Até o fim do mês, a equipe ainda retorna para a região de Paulo Afonso/BA, para rodar outros desfechos, como o de Luzia (Lucy Alves), Miguel (Gabriel Leone) e Olívia (Giullia Buscacio), Cícero (Marcos Palmeira) e Dalva (Mariene de Castro), Bento (Irandhir Santos) e Beatriz (Dira Paes), Santo (Domingos Montagner) e Tereza (Camila Pitanga).

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Por Marcelo França da Revista Baiana de Notícias /// Portal de Notícias da RBN

 

O repórter Gil Leal informou na manha desta sexta-feira (9) dentro do programa Primeira Hora da RBN de que a primeira noite do evento Copa Vela em Paulo Afonso foi considerada tranquila pelos órgãos de segurança pública que garantem a tranqüilidade dos turistas e cidadãos de Paulo Afonso que vão prestigiar os shows na Avenida Apolônio Sales.

 

Ainda de acordo com o repórter Gil Leal não houve registro de homicídio ou tentativas, roubos de carros ou motos, a mesma tranqüilidade passaram os hospitais Nair Alves de Souza e Paulo Afonso que fica localizado no BTN 03 segundo o repórter Gil Leal.

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Cidade dos EUA com grande população hispânica homenageia ator.
Vereador que propôs homenagem lembra de filho ‘fascinado’ por série.

Da EFE

A cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, celebra nesta quinta-feira (8) seu primeiro Dia do Chaves, uma homenagem ao ator Roberto Gómez Bolaños e um reconhecimento a sua série de televisão, que alcançou uma audiência internacional em todos os países da América Latina.

A proclamação de 8 de setembro como o “Dia do Chaves” para lembrar ao famoso personagem foi oficializada depois que o Conselho de Los Angeles aprovou esta semana uma proposta que reconhece a transcendência de Chespirito, apelido de Bolaños, que morreu em novembro de 2014.

“Com este Dia do Chaves se transmite a mais pessoas o legado que nós temos como família e se mostra que o humor de Chespirito é para toda a família”, declarou em entrevista à Agência Efe José Pablo Arnau, neto do ator.

Para o promotor da iniciativa perante o Conselho de Los Angeles, o representante do Distrito 1, o vereador Gil Cedillo, o reconhecimento ao programa “Chaves” tem também um conteúdo pessoal.

“Para mim é muito pessoal porque eu tenho as memórias do meu filho quando tinha cinco ou seis anos e era muito interessante, porque nesse tempo nem minha esposa nem eu falávamos espanhol e meu filho estava fascinado diariamente com o programa”, lembrou o político.

Como parte do reconhecimento ao ator mexicano, a CMPB doou US$ 8 mil a duas organizações que apoiam o desenvolvimento educativo de jovens hispânicos de Los Angeles.

Além disso, o artista hispânico Man One elaborou um quadro de 1,5 x 2,4 m que homenageia Chaves e apoia a campanha da CMPB.

“Aprendi a ver ‘Chaves’ com minha avó que sempre assistia”, declarou Man One durante a apresentação de sua obra que tem uma grande presença de cores, característica de seus trabalhos.

“Esta é minha forma de apresentar uma homenagem a este artista que deixou uma marca tão grande na comunidade latina não só de Los Angeles, mas de muitos países”, destacou o artista à Efe.

Revista Baiana de Notícias///Portal de Notícias da RBN

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