Revisão da Categoria : Cultura

Colhendo os frutos do bordão ‘Sabe de nada, inocente’, Compadre Washington, aos 52 anos, mantém a popularidade e se sobressai do grupo “É o Tchan”. Nesta manhã (20), ele deu um show de simpatia e sinceridade no programa de Zé Eduardo na rádio Metrópole e ainda falou sobre assuntos delicados, como a relação que teve com Scheila Carvalho. Na época, ele foi acusado de ter agredido a moça, hoje casada com Tony Salles.

 “Nunca bati em Scheila. Éramos um casal e brigávamos como qualquer outro. Acabou porque eu sou muito galinha e ela descobriu. Sabia de nada a inocente”, disse aos risos.

 Falando em ‘inocente’, Cumpadi deu detalhes de como criou o bordão para a marca de um site. “Eles fizeram uma pesquisa sobre quem gostariam de ver no comercial e eu fui escolhido com 90%. O diretor disse que era pra eu ficar à vontade e eu fui largando o verbo. Falei ‘mainha’, ‘danadinha,’ ‘mizeravona’, fiquei à vontade mesmo. E o ‘inocente’ saiu espontaneamente. Fiquei quase duas horas falando e ele captando o que seria melhor”, contou, para em seguida dizer que o cachê foi “razoável”.

                                               Veja mais algumas pérolas ditas por Washington no rádio:

“Não rolou nada o povo lá era devagar pra caramba” – sobre sexo no reality A Fazenda

“Sabe tudo, inocente” – disse ele, aos risos, após um ouvinte perguntar se ele teve um caso com a ex-BBB Aline.

“Falo de quem eu quiser. Eu era muito galinha, pegava ela e outras. Ela descobriu e sujou. Sabia de nada a inocente” – Compadre sobre Scheila.

“Alguns blocos não merecem pagar taxas tão caras” – sobre o Carnaval

“Filme pornô não faço. Tem que pagar caro pra mostrar meu tchan. De graça, não”

“Ele entrou pra banda porque um maluco na época disse que ele seria o próximo Xanddy. Falta humildade pra ser um artista

bom” – opinou sobre Tony Salles

“Não existe isso. Não aconteceu isso, sou homem pra assumir e falar a verdade” – Afirmou ele sobre ter agredido Scheila Carvalho

“O Programa do Gugu era massa. Ganhávamos bastante prêmios. Televisores e tal…  Eu gostava de participar porque eu sempre ganhava”.

“Nota mil” – para Ivete Sangalo

“900. Porque eu tenho mais intimidade com Ivete” – para Claudia Leitte

“8” – para o governador Wagner

“9. Porque está começando” – Para ACM Neto

“Já acabou o programa? Mas eu tinha ainda tanta coisa pra falar!”

Postado por Manoel Alves da REVISTA Baiana de Notícias 

Redação e Fonte: Bocão News

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Em um dia de prova mais que especial, Cássio conquistou a liderança do ‘BBB14′ com a ajuda da mãe, Susy. Mães e filhos, tias e sobrinhos formaram duplas e o comando do Bial, um relógio disparou. Elas colocaram trufas gigantes em uma esteira, uma a uma. Os brothers, do outro lado, as recolheram, atravessaram uma esteira e as depositaram em uma caixa. Por ter juntado mais trufas em um minuto, o gaúcho tornou-se o “rei” do “Big Brother”, pelo menos nesta semana. Ao fim da prova, o apresentador perguntou: “Dona Susy, conta pra ele o que acontece com quem pega mais trufa?’. “Você é o novo líder, filho”, gritou ela.

Angela e Marcelo juntaram oito. Tatiele, Diego, Vanessa e Clara, nove. Cássio pegou dez trufas. Excepcionalmente, não houve sorteio para definir quem participaria da prova. Apenas Valter, último líder, ficou de fora.

O início da prova foi tenso. A disputa atrasou por uma questão técnica e Bial teve que chamar o intervalo. Na volta, ele brincou: “É isso aí, moçada, TV ao vivo não é para qualquer um”, justificou.

Após colaborarem com suas crianças, a participação das “Big Mothers” se encerrou. O espaço montado na área externa da casa que as abrigava foi desfeito. Durante o programa ao vivo, foi exibido um VT das mães arrumando as malas. “Viva as amizades! Eu vou lembrar de vocês para sempre”, d

espediu-se Leda, emocionada. Fonte: TV Revista (Globo)

Postada pela Revista Baiana de Notícias (Portal da RBN)

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NATÁLIA BOERE (EMAIL)

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Cauã Reymond na pele de André, seu personagem em “O caçador”<br />
Foto: Terceiro / Fotos TV Globo/Estevam Avellar
Cauã Reymond na pele de André, seu personagem em “O caçador” Terceiro / Fotos TV Globo/Estevam Avellar

RIO — As gravações estavam marcadas para 11h na Praia da Ferradura, em Búzios. Vindo de São Paulo de um outro trabalho e preso em um engarrafamento, Cauã Reymond só chegou às 13h30 no balneário. Almoçou e seguiu direto para o camarim improvisado em um hotel. Aos poucos, o ator vai ficando com a cara do ex-policial André, seu novo personagem, o protagonista de “O caçador ” — drama criminal que estreia na Globo no dia 11 de abril, depois do “Globo repórter”. Ele precisa correr para chegar ao set, onde uma equipe o espera para começar a gravar as cenas do terceiro episódio da série.

É nesse trajeto que o ator conversa com a reportagem da Revista da TV, que acompanha os bastidores das gravações do novo seriado. Cauã compara o novo personagem ao anterior, o conquistador Leandro, da microssérie “Amores roubados”, exibida em janeiro

Fonte: TVRevista \\Postada pela Revista Baiana de Notícias \ Portal da RBN

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Projetos de turnês musicais que abordam temas ecológicos estão na lista de aprovados em fevereiro de 2014, pelo Ministério da Cultura, para captar recursos da Lei Rouanet. Milton Nascimento faz homenagem ao projeto ambiental Tamar em proposta de R$ 957 mil para shows e CD com o Dudu Lima Trio. Outra proposta, da banda de pagode Jeito Moleque, pede R$ 2,4 milhões para turnê e DVD “ambientalmente responsáveis”, que inclui plantio de 2 mil árvores para “emissões de gases do efeito estufa geradas com as realizações dos shows”.

Os dois projetos foram aprovados com poucos cortes de verba pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que se reúne mensalmente para avaliar propostas. Os artistas também podem contar com a renda extra de ingressos a preços populares, que se somam ao valor total liberado para captação de patrocínio pela Lei Rouanet.

A lei tem objetivo de incentivar ações culturais. A aprovação do Ministério não significa que o projeto será patrocinado. É apenas o aval para que o artista busque o incentivo junto a empresas, que têm em troca abatimento de impostos correspondente ao valor investido no projeto. O prazo é de um ano para captação e pode ser renovado por seis meses. A comissão de avaliação reúne representantes de artistas, empresários e sociedade civil.

Os shows com Milton Nascimento poderão captar R$ 813 mil, dos R$ 957 mil solicitados. Grande parte do corte da CNIC foi feito nos cachês do cantor. Para cinco shows, a proposta era dar ao músico um total de R$ 285 mil, na soma de cachês. A comissão liberou R$ 150 mil de cachê total. Também foram aprovados R$ 57 mil para participação do cantor na gravação de sete faixas.

Jeito Moleque poderá captar R$ 2,2 milhões, dos R$ 2,4 milhões solicitados. A comissão aprovou o pagamento para o grupo de cachês que somam R$ 300 mil em seis shows. Além dos cachês, os orçamentos incluem todos os itens de produção dos shows e CD (no caso de Milton) e DVD (no cado do Jeito Moleque).

Peso positivo’
Outro projeto musical com cunho ambiental aprovado pela Lei Rouanet em fevereiro, “Cantado e Cultivando”, foi apresentado pelo cantor Rangel Nabi Ribeiro, que já participou de programas de calouros de TV. Uma apresentação musical única em Ribeirão Preto com público previsto de 2 mil pessoas, com o “tema da cultura da reciclagem”, foi aprovada no valor de R$ 582 mil. Rangel diz ao G1 que falar de ecologia “pode ter um peso positivo na aprovação e a captação” do patrocínio.

G1 entrou em contato com a produção de Milton Nascimento e Jeito Moleque na segunda-feira (17), para comentar os projetos, mas não teve resposta até a noite de terça-feira (18).

Milton em prol de tartarugas
O projeto de Milton Nascimento e Dudu Lima Trio tem como um dos objetivos “sensibilizar o grande público para a necessidade de promover a conservação ambiental, em especial, dos mares, oceanos e as tartarugas marinhas”, segundo texto apresentado ao MinC. O cantor e o grupo pretendem fazer cinco apresentações em bases do projeto Tamar e gravar um CD com sete faixas. Grupos locais também devem participar dos shows. Veja a proposta e o orçamento apresentados ao MinC.

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Jeito Moleque: ingenuidade só mesmo no nome

O texto do projeto, no qual a banda de pagode se associou à empresa OAK Educação e Meio Ambiente Ltda, diz que a turnê “é ambientalmente responsável e colaborará com instituições do terceiro setor envolvidas em cada um dos biomas representados pelas cidades visitadas pela turnê.” A banda promete “distribuição gratuita de 5% dos ingressos a instituições do terceiro setor locais às cidades de apresentação, que trabalhem na conservação do bioma local”, além do plantio das 2 mil árvores.

O projeto também cita o fato de a banda “exaltar o samba de maneira atemporal”. Ao tratar do tema, o texto apresentado ao Ministério tem dois parágrafos com frases quase idênticas ao verbete “Samba” na Wikipedia.  Veja a proposta e o orçamento apresentados ao MinC.

 

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