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ex-advogado-da-odebrecht-diz-que-empresa-fez-fraude-para-ocultar-desvios-de-delatores

Foto: Jamil Casal / El País

Postado pela Agência RBN/// ///Portal de Notícias da 93, 5 (RA)

Um advogado, apontado pela Odebrecht como responsável pela movimentação de parte do “dinheiro sujo” no exterior da empreiteira, acusa a empresa e executivos dela de mentir aos procuradores da Operação Lava Jato.

Em entrevista à Folha de São Paulo publicada neste domingo (13), Rodrigo Tacla Durán, que atuou para a Odebrecht de 2011 até 2016, disse que a companhia fraudou documentos para ocultar pagamentos ilegais feitos nos últimos anos.

Segundo Durán, executivos que controlavam um banco adquirido pela Odebrecht em Antígua, um paraíso fiscal no Caribe, desviaram recursos e ajudaram a empresa a esconder beneficiários de propina no exterior.

“As contas eram operadas de maneira que era possível impedir o rastreamento completo dos recursos. O dinheiro vinha de outros bancos, entrava no banco de Antíqua e era transferido internamente para outras contas, sem registro.

Assim, não se pode saber ao certo de onde veio e para onde foi boa parte do dinheiro”, declarou. Ainda segundo Dúran, o interesse maior era proteger “a movimentação completa do dinheiro” e apresentar apenas uma parte dela.

Um advogado, apontado pela Odebrecht como responsável pela movimentação de parte do “dinheiro sujo” no exterior da empreiteira, acusa a empresa e executivos dela de mentir aos procuradores da Operação Lava Jato.

Em entrevista à Folha de São Paulo publicada neste domingo (13), Rodrigo Tacla Durán, que atuou para a Odebrecht de 2011 até 2016, disse que a companhia fraudou documentos para ocultar pagamentos ilegais feitos nos últimos anos.

Segundo Durán, executivos que controlavam um banco adquirido pela Odebrecht em Antígua, um paraíso fiscal no Caribe, desviaram recursos e ajudaram a empresa a esconder beneficiários de propina no exterior. “As contas eram operadas de maneira que era possível impedir o rastreamento completo dos recursos. O dinheiro vinha de outros bancos, entrava no banco de Antíqua e era transferido internamente para outras contas, sem registro.

Assim, não se pode saber ao certo de onde veio e para onde foi boa parte do dinheiro”, declarou. Ainda segundo Dúran, o interesse maior era proteger “a movimentação completa do dinheiro” e apresentar apenas uma parte dela.

Fonte: BA NOTICIAS

 

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