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                                             Gilmar Mendes pede vista, e STF suspende análise de denúncia contra políticos do PP

 

Postado por Agência de Notícias da RBN \\\\\\\\ Portal da RBN FM 93, 5

 

  Por Renan Ramalho, G1, Brasília :

Políticos foram denunciados na Lava Jato. Relator do caso, ministro Fachin já havia votado para tornar réus 4 dos 7 acusados; com pedido de Gilmar, julgamento não tem data para ser retomado.

O Supremo Tribunal Federal suspendeu nesta terça-feira (12) a análise da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra políticos do PP após o ministro Gilmar Mendes pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso.
Ao todo, sete integrantes do PP foram acusados dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. Não há data para a retomada do julgamento.
O pedido de vista de Gilmar foi apresentado quando três dos cinco ministros da Segunda Turma do STF já haviam votado para tornar réus pelo menos quatro dos sete acusados.
Relator da Lava Jato na Corte, o ministro Edson Fachin votou para acolher a denúncia contra os deputados federais Luiz Fernando Faria (MG) e José Otávio Germano (RS) e os ex-deputados Mario Negromonte (BA) e João Pizzolatti (SC).
Fachin votou, no entanto, para rejeitar, por ausência de indícios suficientes, as acusações contra os deputados federais Roberto Britto (BA), Mario Negromonte Júnior (BA) e Arthur Lira (AL).
Também votaram na sessão os ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, que acompanharam parcialmente Fachin. Eles votaram para aceitar a denúncia contra Pizzolatti e Negromonte por corrupção passiva.
Além de Gilmar Mendes, ainda falta votar o ministro Celso de Mello. Somente após o julgamento, com os cinco votos da Segunda Turma, será possível saber quem continuará a responder sobre o caso numa ação penal.
Acusação e defesa
Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), os políticos do PP recebiam propina de empresas contratadas pela Petrobras para sustentar no cargo o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa.
As firmas formavam um cartel e, segundo a denúncia, pagavam 1% de propina sobre contratos fechados com a estatal.
Só entre 2006 e 2014, estima-se que tenham sido desviados da Petrobras R$ 357,9 milhões, divididos entre o grupo do PP, Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef.

 

Saiba Mais
TRÊS MINISTROS REJEITAM DENÚNCIA DA PGR

Na terça-feira, 12 de setembro 2017, a maioria dos ministros da 2ª turma do Supremo Tribunal Federal votou para que seja rejeitada a denúncia feita pela Procuradoria Geral da República por crime Negromonte Jr. (PP).

O Ministro Edson Fachin, relator do inquérito, rejeitou a denúncia contra o deputado Mário Negromonte Jr, na sequência votou o ministro Dias Toffoli que também rejeitou a denúncia com relação ao deputado contra acusações relativas a lavagem de dinheiro pois, ao seu ver, não ficou completamente caracterizada a prática desse tipo de crime, até porque as doações eleitorais citadas nos autos não poderiam ser consideradas ocultas, nem tinham os acusados o “domínio” tal desse dinheiro. Terceiro a votar, Ricardo Lewandowski acompanhou o relator. Em seguida, o ministro Gilmar Mendes pediu vista dos autos e a sessão foi suspensa.

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