Paulo Afonso-BA, 19/08/2022
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Os Políticos Mais Ricos Do Brasil

Por Agência de Notícias RBN

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Postado por Agência de Notícias RBN \\\ Portal da RBN 93 , 5

A política brasileira está cheia de milionários e até bilionários. Isso mesmo! A seguir você vai conferir uma lista com os políticos mais ricos do Brasil. Alguns estão até entre as pessoas mais ricas da nação. Com certeza você vai ficar bastante espantado com os valores que serão apresentados neste artigo.

Alguns dados foram levantados pela conceituada revista norte-americana Forbes e outras informações são do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Você consegue adivinhar quem são os políticos mais ricos do Brasil?

João Doria ( Foto da manchete )

O ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) é um dos políticos mais ricos e famosos do Brasil. Nas últimas eleições, quando concorreu e venceu a disputa pelo cargo de governador de São Paulo, Doria declarou ter R$ 189,8 milhões. Na lista de bens entregue ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o tucano diz ter duas casas, ações e R$ 439,7 mil em depósitos no exterior, entre outros bens.

Além de político, João Doria é empresário, criador e presidente licenciado do Grupo Doria, que é composto por seis empresas de comunicação e marketing. Entre os destaques do Grupo Doria está o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), composto por 1600 empresas nacionais e multinacionais, as quais representam 52% do PIB privado brasileiro.

 

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João Amoêdo foto de reprodução

João Amoêdo  ganhou destaque nacional nas últimas eleições, quando concorreu ao cargo de Presidentedo Brasil pelo Novo. Com patrimônio declarado de R$ 425 milhões, ele ocupou o segundo lugar no ranking dos candidatos mais ricos das eleições de 2018, perdendo apenas para Fernando de Castro Marques (tentou uma vaga ao senador pelo Distrito Federal).

Amoêdo construiu a sua carreira e fortuna em instituições financeiras. “A gente vê pessoas que entraram na política e da política saíram ricos. Eu estou fazendo o movimento contrário: comecei do zero como trainne em um banco, trabalhei bastante e construí esse patrimônio”, disse em 2018.

 

Fernando de Castro Marques

Fernando de Castro Marques ( Foto de reprodução )

Fernando de Castro Marques foi considerado o candidato mais rico nas eleições de outubro do ano passado. O empresário do ramo farmacêutico declarou ter patrimônio de R$ 667,9 milhões ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Marques é filiado ao Solidariedade e tentou uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Porém, sua fortuna não foi suficiente para garantir a vitória nas urnas em 2018.

A maior parte do patrimônio de Marques vem de “quotas ou quinhões de capital”, ou seja, participação no capital de empresas. Além disso, ele comanda a União Química, uma das maiores farmacêuticas do Brasil. O restante do patrimônio de Castro Marques vem de aplicações, fundos e terrenos, entre outros.

 

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Lirio Albino Parisotto  ( Foto de reprodução )

O empresário gaúcho Lirio Albino Parisotto é um dos bilionários mais ricos do Brasil e do mundo. Segundo a revista Forbes, ele tem uma fortuna superior a US$1,9 bilhão. Atualmente, ele é segundo suplente do senador amazonense Eduardo Braga (PMDB)
Fora da política, Parisotto é controlador da petroquímica Videolar-Innova e também um dos maiores investidores do mercado de ações. Em 2016, ele ganhou destaque na mídia depois de ser acusado de agressão pela atriz e ex-modelo Luiza Brunet, então sua namorada.

 

Blairo Borges Maggi
Conhecido como “Rei da Soja” e homem mais poderoso do agronegócio brasileiro, Blairo Borges Maggi tem extensa carreira na política. Ele foi governador do Mato Grosso entre 2003 e 2010 e depois elegeu-se senador. Entre 2016 e 2019, durante o governo de Michel Temer, ele ainda foi ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Em 2015, Maggi alcançou pela primeira vez a lista de bilionários da revista Forbes, com fortuna estimada em 1,2 bilhão de dólares.

 

José Sarney

José Sarney tem uma longa trajetória na política. Ele já foi governador do Maranhão, ex-presidente da república (cargo que assumiu após a morte de Tancredo Neves) e senador. Além disso, tem dois filhos atuando constantemente na política: Roseana Sarney, que também já foi governadora de Maranhão, e Sarney Filho, ex-deputado federal e atual secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal.José Sar

Segundo a revista “Veja”, a família Sarney é hoje dona de um patrimônio estimado em mais de R$ 250 milhões, boa parte na forma de imóveis e emissoras de rádio e televisão.

 

Newton Cardoso

Mais um político endinheirado. Ex-governador de Minas Gerais e ex-deputado federal, Newton Cardoso é um dos políticos mais conhecidos de seu estado e dono de um dos maiores patrimônios do Brasil. Em 2009, ele chegou a admitir que seu patrimônio superava os R$ 2,5 bilhões. Entre os bens listados por ele, estavam 145 fazendas, mais de 200 carros, uma praia na Bahia, um ilha em Angra dos Reis, a fábrica de sucos Goody, dois aviões e um helicóptero, um apartamento em Nova York.

 

Marcelo Almeida

Marcelo Almeida é engenheiro civil e político brasileiro filiado ao Partido Verde. Em 2014, ano que fracassou na tentativa de se eleger senador pelo MDB do Paraná, ele declarou ao TSE ser dono de um patrimônio de R$ 740,4 milhões. Na vida política, exerceu o cargo de vereador em Curitiba por dois mandatos e também foi deputado federal

Marcelo é filho de Cecilio do Rego Almeida (falecido em 2008), fundador do grupo CR Almeida. Criada nos anos 1950, a CR Almeida chegou a ser considerada uma das quatro maiores empreiteiras do Brasil e foi responsável pela execução de grandes obras de rodovias e ferrovias durante o regime militar. Atualmente, Marcelo parte das ações da empresa e divide o controle com seus irmãos.

João Claudino Fernandes

Conhecido como “Seu João”, o empresário João Claudino Fernandes é um dos homens mais ricos e conhecidos do Piauí, estado onde construiu sua fortuna antes de entrar para a política. Em 2010, ele foi candidato a primeiro suplente na chapa do senador eleito Ciro Nogueira.

O empresário é dono do Grupo João Claudino, um dos maiores conglomerados do país. São 12 empresas no portfólio, com os Armazéns Paraíba, Guadalajara S/A, indústria de roupas; Onix Jeans; Socimol, fábrica de colchões Onix; Houston, fábrica de eletrodomésticos; Frigotil, frigorífico; Halley, gráfica; Construtora Sucesso; Colon Transportes, fábrica de contêineres e carrocerias, e shoppings no Piauí, Maranhão e Paraíba. Em 2010, Claudino declarou ao TSE que era dono de R$ 623,5 milhões.

 

 

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Bolsonaro, a guerra cultural e a nota de repúdio da Rede Globo

                                                             Postado por Agência de Notícias RBN \\\\ Portal da RBN FM 93 , 5

Foto reprodução

Durante mais de 35 anos, a esquerda e extrema-esquerda brasileira teve a HEGEMONIA no jornalismo, na academia e na cultura. Ela saiu da derrota da luta armada direto para a vitória incontestável (por W.O.) no setor.

Pois só dos últimos dias para cá, temos:

1) Esquerda reclamando porque Bolsonaro está “interferindo” nas universidades federais e substituindo reitores.

2) Rede Globo lendo “nota de repúdio” em favor de Míriam Leitão, declarando que o presidente errou ao dizer que ela participou da luta armada, esclarecendo que na verdade ela era ativista do Partido Comunista e que não desejava integrar a luta armada, mas apenas participava da publicidade do grupo terrorista ao qual era vinculada*.

3) Jornalistas estrangeiros escutando do Presidente da República a afirmação de que o PT desejava regulamantar a mídia, e que, da parte dele, Jair Bolsonaro, o povo sempre terá a liberdade para se pronunciar como quiser, mesmo que seja para criticá-lo, ou para denunciar, pelas redes sociais, as mentiras que a imprensa publica.

4) ANCINE reclamando porque a partir de agora o Governo será criterioso com o uso do dinheiro do povo, na hora de selecionar os projetos cinematográficos a serem financiados pelo Estado.

5) Mídia “mainstream” falando sobre “perseguição“ do Governo Federal, apenas porque está sendo desmascarada nas narrativas que criou, e que foi repetida, incessantemente, durante anos a fio.

Pela primeira vez em todos esses anos, entramos em campo de fato para lutar a Guerra Cultural. E com as batalhas que já vencemos, não existe mais a HEGEMONIA da Esquerda.

O caminho é longo ainda, mas agora existe um adversário para o nosso oponente – e ele já está sentindo o baque, ja está acusando a porrada.

Nota sobre a Míriam Leitão: como se alguém que apenas embalasse o saquinho de cocaína para o traficante vender não fosse também traficante, ou que apenas dirigisse o carro para a dupla que roubasse o banco também não fosse assaltante.

Guillermo Federico Piacesi Ramos
Advogado

 

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                      Bolsonaro critica a multa de 40% do FGTS na demissão sem justa causa

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta sexta-feira (19) a multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) paga pelos empregadores nas demissões sem justa causa. O presidente, no entanto, não revelou se quer acabar com a medida ou fazer alterações na regra. A equipe econômica tenta incluir no pacote de medidas da liberação das contas do FGTS uma cláusula que, caso o trabalhador saque o dinheiro das contas ativas, tenha que abrir mão do saldo do Fundo quando for demitido. A abertura para movimentação do FGTS deve ser anunciada na próxima semana.

“Essa multa de 40% foi quando o (Francisco) Dornelles era ministro do FHC (Fernando Henrique Cardoso). Ele aumentou a multa para evitar a demissão. O que aconteceu depois disso? O pessoal não emprega mais por causa da multa. Estamos em uma situação. Eu, nós temos que falar a verdade. É quase impossível ser patrão no Brasil”, disse o presidente.

Questionado se a multa vai acabar, o presidente respondeu inicialmente que isso “está sendo estudado”, mas em seguida disse que “desconhece qualquer trabalho nesse sentido”. As falas de Bolsonaro foram orientadas pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que estava ao seu lado. O presidente falou com a imprensa após participar de um evento seguido de almoço da igreja evangélica Sara Nossa Terra em Brasília, segundo a Veja.

“É quase impossível ser patrão no Brasil. Defender empregado dá mais votos. Agora, a verdade é o patrão. Eu estou falando com o Paulo Guedes (ministro da Economia), eu pretendo lançar o programa Minha Primeira Empresa, para todo mundo que reclama do patrão ter chance de ser patrão um dia. Eu tenho dito, falei durante a campanha, um dia o trabalhador vai ter que decidir: menos direito com emprego ou todos os direitos sem emprego. É uma realidade. Isso perde voto. Tem antipatia de pessoas populistas e comunistas. Muita gente bota na cabeça do povo que eu estou errado, eu estou perseguindo o pobre. Não, eu estou mostrando a verdade. Até contratar uma pessoa para a sua casa está difícil”, declarou à imprensa.

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