Paulo Afonso-BA, 22/06/2021
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Voluntários da Olimpíada sofrem com espera por vacina e falta de informação

Por Agência de Notícias RBN

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Foi nas arquibancadas de um jogo Brasil x Inglaterra, no estádio Shizuoka Ecopa, na cidade japonesa de Fukuroi, que a tradutora Marina Suzuki, 58, se apaixonou por esportes. Eram as quartas de finais da Copa de 2002, realizada entre Coreia do Sul e Japão, que terminaria com o Brasil pentacampeão mundial.
Suzuki, uma brasileira radicada há 30 anos no Japão, ficou impressionada com a organização nipônica e o clima de festa verde-amarela no campeonato de futebol.
Onze anos depois, em 2013, quando o Japão foi escolhido para sediar a Olimpíada de 2020, ela já estava decidida a participar do megaevento esportivo para reviver o clima festivo, desta vez mais de perto. “Era um sonho ser voluntária na Olimpíada. Eventos dessa dimensão dependem muito de voluntários e eu queria fazer parte dessa história”, diz.
Além da língua japonesa, Suzuki estudou inglês para ter mais chances de ser selecionada para o voluntariado da Tóquio-2020. Escolhida para preencher uma das 80 mil vagas disputadas por mais de 200 mil candidatos, ela também fez treinamentos promovidos pelo comitê organizador -o último presencial foi realizado em dezembro de 2019.
Viria a pandemia de Covid-19. Em março de 2020, quando a Olimpíada foi adiada para julho de 2021, o sonho também foi postergado.

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